Basta de chavões, vamos aos factos (1)

Sobre estas notícias publicadas no Expresso,  no Correio da Manhã,  e na Lusa (link indisponível), impõe-se identificar chavões e falsidades e recuperar os factos:

Falso: “(…) em muitos processos mais mediáticos da ERC, em que “estava em causa o poder político”, “ocorreram verdadeiras entorses às mais elementares normas procedimentais”, sendo o caso TVI o “mais recente exemplo”. “O que condicionou indelevelmente os resultados da investigação”.

Os factos: as “normas procedimentais”  do processo TVI podem ser lidas aqui (págs. 6 e 7). Incluem, em resumo: audição presencial  de  12 jornalistas, dois  dos quais por  duas vezes;  depoimentos escritos de 3 administradores da Média Capital, de um advogado (António Vitorino) e de um assessor do Primeiro-Ministro pedidos de informação e respostas escritas das seguintes instituições: Procuradoria- Geral da RepúblicaDIAP de AveiroInstituto de Turismo de Portugal, Conselho de Administração da Media CapitalMillenium BCP e TVI (serviços de agenda) e ainda análise das audições realizadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso PT/TVI.  Uma destas diligências motivou  esta notícia. Foram ainda promovidos pela ERC dois estudos: Relatório sobre a Cobertura Jornalística do “Caso Freeport” e  Análise dos Investimentos Publicitários das Campanhas do Estado na Televisão entre 2007 e 2009. Total de pessoas e instituições ouvidas: 24. Total de estudos: 2

Falso: “(…) A ERC é vista como um órgão “descredibilizado, sem independência do poder político”.

 Os factos: aqui

(continua)

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