Será que a Presidente da Assembleia da República ou a Comissão de Ética vão abrir um inquérito parlamentar ou qualquer outra figura regimental para averiguação do que Paulo Morais diz ao DN nesta entrevista?
Então um professor, um investigador, um quadro, etc., reformado da função pública, não pode nem cobrar um cêntimo por uma aula, uma conferência, não tem direito a receber um chavo que seja, se quiser trabalhar só de borla e os nossos eleitos lêem estas acusações e não fazem nada?
Ou as acusações não têm fundamento? Mas então porque se calam? Aliás, como escrevi aqui, já não é a primeira vez que Paulo Morais levanta o problema, com nomes e tudo!
Os senhores deputados que tão bem se preparam para auditar os políticos presentes e passados, não quererão preparar-se para se auditarem a si próprios?
“Sete pecados sociais: política sem princípios, riqueza sem trabalho, prazer sem consciência, conhecimento sem caráter, comércio sem moralidade, ciência sem humanidade e culto sem sacrifício.”
Mahatma Gandhi
-Eis o que define a maioria da nossa classe politica.
Foram todos para a estrada… a contar os quilómetros de cada SCUT, para poderem conferir se estas têm as medidas de comprimento de acordo com os contratos assinados pelos ministros de Sócrates.
Não é novidade xD…
Primeiro,o ex procurador Marques Vidal;agora, Paulo Morais a tocar a mesma flauta.Serão aquêles inquilinos da casa da democracia masoquistas ou preferem adoptar a máxima que “o segredo é a alma do negócio”?