Camilo, ou a explicação erótica do que seja um “liberal”

Camilo Lourenço, o “mais que a troika”, continua a dar novos mundos ao Mundo do comentário. Nesta sua última crónica, deu-lhe para o “roto”.

Ou vamos todos ficar rotos (sic), ou os esforços para cortar a despesa ficam em saco roto. Roto por roto, mais uma vez solicitava ao cronista que não falasse em nome colectivo, mas exclusivamente por si.

Cada vez mais dado às lindas imagens, se Camilo Lourenço (como admite ser possível) vai ficar roto antes de 2013, é problema dele: mas, se isso ocorrer, conta com a minha solidariedade.

Porém, o aspecto mais deslumbrante da crónica é a novíssima explicação erótica do que seja um “liberal”.

Vítor Gaspar, com efeito, é um “liberal” – afirma convicto e tremendamente entusiasmado o nosso “mais do que a troika”. Perguntar-me-ão, algo hesitantes e com medo da resposta: e…porquê?

Porque Vítor Gaspar, sendo um liberal, “não tem prazer em aumentar os impostos”. Mas aumenta-os. Só que sem prazer. Logo, é um liberal. Fiquei é sem saber o que acontecerá a Vítor Gaspar se um dia sentir prazer, mesmo que ligeiríssimo, a aumentar, sei lá, o IRS. Ah!, grande Camilo, à tua beira até o outro Camilo se sente pequeno…

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