“Operação Glamour” é o nome dado pela Polícia Judiciária (PJ) a uma acção contra o comércio ilegal de ouro. Não sei se o nome da operação resulta de se tratar de “ouro” ou se tem a ver com as pessoas envolvidas (serão pessoas do jet set ?).
Seja como for, as “operações” da PJ têm títulos muito criativos a fazerem lembrar os títulos do jornal Independente do tempo de Paulo Portas: “Operação Face Oculta”, “Operação Oriente”, Operação Furacão” “Nordeste Explosivo” e agora esta: “Glamour”.
Este jeito da nossa PJ para nomear as “operações” encontra paralelo no Brasil onde também existe uma “Operação Glamour”. Lá a operação abrange um caso de pedofilia e um arguido do jet set: “colunista social, organizador de eventos, fotógrafo, cantor e agenciador de modelos.”
Mas como não há bela sem senão, o “glamour” da operação da PJ foi prejudicado pela greve dos inspectores às horas extraordinárias. O presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária (ASFIC/PJ), diz que as diligências “começaram às nove da manhã, foram interrompidas às 13:00 para almoço, foram retomadas às 14:00 e interrompidas novamente às 18:00, prosseguindo amanhã [quarta-feira]”.
O “glamour” das operações da Polícia Judiciária é como o “glamour” das figuras do jet set. Pode sofrer contratempos.
Resposta a “DIOGO”… :
Mais UM Glamouroso “Iluminati” a dizer palhaçadas.
Ainda se as respostas ou comentários fossem Concisos, Concretos, Factuais, incisivos, Criticos, ou… com outros adjectivos que implicassem INTELIGENCIA em vez de “InteliJumencia”.. se pudesse construir ALGO de verdadeiramente SÉRIO…em vez de continuamente ouvir apenas DISPARATES ALUCINADOS ou fundamentalistas do aparvalhamento, como este.
O glamour da remuneração dos polícias não está ao nível da ação contra o comércio ilegal de ouro.
É meu desejo que ganhem os polícias e os traficantes do ouro. Que se lixem os bancos, os traficantes de dinheiro, que o criam a partir do nada e o emprestam a juros agiotas a Estados, empresas e famílias.
Glamorosa, seria uma festa com muitas fogueiras em que em vez de madeira, se utilizassem banqueiros e respectivos acólitos a crepitar numa espiral de chamas.