A crise do GES e do BES anda a pôr muita gente meio doida. Até o circunspecto ex-ministro da Economia de António Guterres, Daniel Bessa, foi para um colóquio contar uma história de “mentores”, “aviões”, “banqueiros”, “pilotos”, que deixam as pessoas a pensar que ele deve andar a ver o The Voice e filmes sobre terrorismo.
A história contada pelo Bessa é engraçada e pode ser lida aqui 
A história é mais sobre o personagem Bessa do que sobre o “mentor” e o “terrorista”. Bessa ataca o “mentor” sem lhe dizer o nome, porque o mentor ocupou um lugar que ele queria (governador do Banco de Portugal (BdP)). E como também não gosta do “terrorista” (leia-se, Sócrates), coloca-o na situação pau-mandado que pilotou o avião (leia-se, o País) a mando do mentor (leia-se, Vítor Constâncio) em direcção às Torres Gémeas (leia-se, para o desastre).
Mas as personagens da história de Bessa devem estar trocadas. Ninguém está a ver Constâncio, com aquele ar de bétinho pachorrento, a ser o “mentor” de Sócrates. O contrário talvez… Sócrates no papel de mentor, qual Mickael Carreira ou Rui Reininho, a mandar Constâncio para casa por não saber “cantar”…
Parece que os circunstantes da palestra do Bessa se riram muito com a metáfora. E houve outras histórias. O actual governador do BdP, Carlos Costa, contou a história do chefe de uma coluna em corrida para definir a sua própria função: o chefe da coluna “tem de saber parar a tempo, em condições de segurança, evitando a queda no precipício”. O fim desta história parece que não é lá grande coisa. O Ricardo Salgado ainda anda por aí…
Enquanto os ex-ministros e os banqueiros se entretêm a brincar aos mentores de pilotos e soldadinhos, o BES e o GES preparam-se para nos irem aos bolsos (como no BPN).
O bessa (assim mesmo em minúscula) parece ter um de dois problemas: ou se tem esquecido de tomar os comprimidos, ou precisa urgentemente de deixar o vinho!
Eheheh….bem visto! …:)
Eu vi de raspão um quase nada da besteira do bestial bessa e vi naquilo a perfeita decadência moral e intelectual de gente que outrora parecia ser saudável mentalmente.
O homem é uma ruina mental por doença degenerativa ou por enfarte alcoólico: simplesmente miserável e deprimente em total sintonia com a demais elite também ela no mesmo estado avançado de degenerescência em directo para a imbecilidade e loucura irreversível: a podridão mortal.